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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Artigos

A roupa nova do rei Fifa

Por Astrid Prange


O rei está nu. A polícia brasileira tornou possível o impossível: ela desnudou a entidade máxima do futebol mundial. Pouco antes do ponto alto da Copa do Mundo no Brasil, a final no Maracanã, a Fifa não está mais no alto do pódio, mas sentada no banco dos réus.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Artigos



As cooperativas mudarão o mundo

MARCOS ANTÔNIO ZORDAN (Presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina – OCESC)

Não sou um teórico do cooperativismo, mas posso ser considerado um operador dessa doutrina. Há mais de 36 anos convivendo dentro das cooperativas, convenci-me da eficiência delas no aumento da renda das famílias e na elevação da qualidade de vida das pessoas.
            Ver que a sociedade está optando pelo cooperativismo como meio de realização econômica e social é a consolidação de um sonho que há pouco tempo parecia distante. Constato que o cooperativismo deixou de ser apenas uma doutrina bonita, apurada e reconhecida mundialmente para transformar-se em um grande e eficaz instrumento de transformação da sociedade humana.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Artigo


Atualização de Status
Por Alexandre Cachoeira Casaldáliga*
              Passei meu ensino médio inteiro fazendo redações na disciplina de produção de texto tendo por base textos da revista Veja... Hoje, após quatro pesados anos de divergência intelectual, porradas, livros e rompimento de paradigmas, percebo em alguns de meus colegas, bem como na maior parte do povo, como

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Artigo



Os motivos da Economist

Por Osni R. Mello


A Economist tem razão. Estamos muito mal mesmo. No momento que o mundo, o mundo não por que alguns estão bem, a Europa e os Estados Unidos, vivem a sua pior crise, com 20 milhões de desempregados no velho mundo e outros tantos no EUA, o Brasil registra a mais baixa taxa de desemprego, 5,7% - na Inglaterra é quase 8%. Mas isso deve ser obra do acaso.


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Artigo



Feudalismo Partidário


Por Osni Ribeiro Mello


A idade média, que segundo o professor Google iniciou no ano 476 e acabou no 1.500, com o início da idade moderna, foi marcada por uma característica importante de organização da sociedade: os Senhores Feudais. Nobres ligados aos monarcas que tinham poder de vida e morte sobre todos os que viviam sob seu teto ou suas terras. 


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Artigo

Revide soberano 

Mino Carta


A prepotência é própria dos impérios, desfaçatez e hipocrisia também. Se me ocorrem os Estados Unidos, me vêm à mente os pais fundadores e sua Constituição pioneira, Lincoln, Roosevelt, Martin Luther King. E logo sobrevêm invasões e guerras, destruição e morte em nome dos interesses imperiais. A Doutrina Monroe e a inquisição macarthista. Hiroshima e Nagasaki. O ataque à Baía dos Porcos, Granada, Panamá, os golpes latino-americanos, em primeiro lugar o nosso, de 1964. A CIA, a DEA. Abu Ghraib e Guantánamo. O diabo a quatro, sem contar os barões ladrões e os inventores do neoliberalismo. Etc. etc.

É um nunca acabar de desmandos e violência, de opressão e crimes contra a humanidade, perpetrados à sombra da pretensa bandeira da liberdade e da democracia, como se os EUA fossem avalistas da boa conduta do mundo. Não há novidade neste comportamento, os impérios anteriores ao americano agiram da mesma maneira, e alguns duraram séculos e séculos. Não parece ser este o destino de Tio Sam, de sorte que não falta quem lhe puxe a barbicha.

O Brasil figurou, com o destaque devido à sua potencialidade e ao seu tamanho, no quintal dos Estados Unidos, ou seja, a América Latina em bloco. Assim foi desde que os ingleses deixaram de dar as cartas a cavaleiro dos séculos XIX e XX. Dispenso maiores comentários sobre a participação americana no golpe que derrubou Jango Goulart democraticamente eleito e o papel que no episódio desempenharam a CIA e o embaixador Lincoln Gordon.

Os governos pós-ditadura foram súcubos das imposições do “grande irmão do Norte”, política e economicamente, e neste campo o FMI deitou e rolou. Houve o estertor da moratória de 1987, mal administrada ao sabor das veleidades sarneysistas, e, ao cabo, a subserviência do governo de Fernando Henrique, que tanto apreciava cair nos braços de Bill Clinton e chegou a sonhar com a privatização da Petrobras. Até agora FHC, com imbatível candura, diz desconhecer qualquer gênero de espionagem americana no Brasil.

Tudo muda com o governo Lula, por meio de uma política exterior independente, conduzida pelo chanceler Celso Amorim, capaz de se evadir da rede ardilosa do chamado “Consenso de Washington” e de tomar rumos próprios. A linha é clara, altiva na medida certa e sempre elegante. Uma aula de diplomacia sutil e eficaz. Em quadrantes diversos, Lula não se alinha às conveniências americanas, quando não simplesmente as transpõe, para os habituais desconforto e repulsa da mídia nativa.

Com a chegada de Dilma Rousseff à Presidência, a política exterior passa por uma fase menos nítida, diria mesmo morna. Alcançamos os dias de hoje. Prepara-se uma viagem da presidenta a Washington, em visita oficial e solene. E então, revelada a espionagem americana nas entranhas governistas ao ponto de monitorar os movimentos da própria Dilma, o encontro com Obama é sumariamente cancelado.

Tão ofensiva à soberania brasileira foi a operação, que a mídia nativa se viu forçada a considerar devida a reação do governo. Mesmo assim, cuidou de minimizar a atitude presidencial, enquanto destacava a observação de Aécio Neves, de que aquela não passa de marketing político. Aécio faz sua lição de casa. É óbvio, no entanto, que ações de forte repercussão popular aproveitam politicamente a quem as realiza.

Resta a verdade factual, como de hábito omitida, ou desprezada, pelos editorialistas midiáticos. Quanto ao leitor atento, não se deixe enganar pela ideia de que a decisão de Dilma teve, de alguma forma, o beneplácito de Washington, a ponto de provocar a publicação de comunicados conjuntos. De fato, ambos coincidem no anúncio do cancelamento da visita, diferem, porém, na essência.

Até o mundo mineral percebe que para Tio Sam a questão precipita um revés político diante do país mais importante do quintal de um antanho superado. E tem mais, muito mais, o malogro de transação comercial pouco inferior a 10 bilhões de dólares, pela qual o Brasil adquiriria os caças da Boeing que o balconista Obama esperava vender à visitante brasileira em lugar dos Dassault negociados há tempo.

Uma personalidade brasileira voltada aos interesses do País recentemente me dizia: “Não quero entrar no mérito da qualidade dos dois caças, mas é bom que os Estados Unidos não mandem por aqui”.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Artigo

Mídia e opção preferencial pela crise


Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:

Há um debate em curso nas redes sociais sobre as escolhas editoriais dos jornais considerados de circulação nacional. No centro da questão, a diferença de tratamento dado a escândalos políticos de acordo com a filiação partidária dos protagonistas.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Artigo



Sobre a “importação de médicos cubanos pelo governo Lula-Dilma do PT”


Li e gostei e divido com vocês, interessante texto do professor e jornalista Nilson Thomé, sobre cuba e médicos.  “Estive em Cuba no ano passado, suficientes 15 dias, visitando diversas cidades na condição de mochileiro, hospedando-me em residências de famílias, por exemplo, em Guantanamo, Santiago de Cuba, Holguin, Santa Clara, Trinidad, Ancún, 


quarta-feira, 20 de março de 2013

Artigo



Inatismo e empirismo - Polêmica na educação e ciência I


Adelcio Machado dos Santos (1)



O progresso científico decorre não só de descobertas importantes, mas principalmente do esforço sistemático para interpretar os fenômenos. Como a criação científica é metódica, mesmo as descobertas feitas por acaso têm antecedentes que se apoiam na metodologia científica, pois o acaso só pode ser fecundo se o pesquisador estiver preparado para explorá-lo.


domingo, 23 de setembro de 2012

Artigos

A recuperação Moral 

Mauro Santayana*

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disseem São Paulo, em um  encontro com artistas e intelectuais, que esse é o momento de “recuperação moral” da política brasileira. Ele pode ter razão, e a terá ainda mais se, depois do escrutínio judicial da

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Artigos


Metodologia da educação superior I

Adelcio Machado dos Santos*

Não constitui novidade que muitos docentes da educação superior e igualmente as autoridades educacionais reconhecem a necessidade de uma formação pedagógica e didática, inserida na disciplina Metodologia da Educação Superior.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Artigos


Nanotecnologia da madeira pode 
revolucionar o mundo

O artigo preparado para hoje era outro, falava sobre a campanha eleitoral e as promessas. Mas navegando pela internet me deparei com este artigo do Luis Nassif OnLine, postado originalmente no Inovação Tecnológica, com informações da revista New Scientist. 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Artigo do Reitor


Educação Infantil - VII

Adelcio Machado dos Santos*

Uma boa formação não ocorre exclusivamente por intermédio do acúmulo de cursos, palestras e técnicas, porém, é substancial um trabalho de reflexão crítica acerca das práticas e uma reconstrução permanente de uma identidade pessoal. Por isso, é tão importante investir na pessoa e dar estatuto ao saber da experiência (NÓVOA apud SANCHES, 2003).

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Artigo do Reitor


Educação Infantil - V I

Adelcio Machado dos Santos*

A criança é um ser social, o que significa dizer que seu desenvolvimento se dá entre outros seres humanos, em um espaço e tempo determinados. Machado (1994), afirma que é na interação social que a criança entrará em contato e se utilizará de instrumentos mediadores, desde a mais tenra idade.  A necessidade e o desejo de decifrar o universo de significações que a cerca, conduz a criança a coordenar idéias e ações a fim de solucionar os problemas que se apresentam.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Constrangimentos no mensalão


PAULO MOREIRA LEITE*

Sabemos que  os esquemas financeiros da política brasileira são condenáveis por várias razões, a começar pela principal: permitem ao poder econômico alugar o poder político para que possa atender a seus interesses. Os empresários que contribuem com campanhas financeiras passam a ter deputados, senadores e até governos inteiros a seu serviço, o que é lamentável. O cidadão comum vota uma vez a cada quatro anos. Sua força é de 1 em 100 milhões. Já o voto de quem sustenta os políticos é de 100 milhões contra 1.

terça-feira, 31 de julho de 2012

O julgamento na imprensa


JANIO DE FREITAS*

Se há contra os réus indução de animosidade, a resposta prevista só pode ser a expectativa de condenações
O julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal é desnecessário. Entre a insinuação mal disfarçada e a condenação explícita, a massa de reportagens e comentários lançados agora, sobre o mensalão, contém uma evidência condenatória que equivale à dispensa dos magistrados e das leis a que devem servir os seus saberes.

domingo, 22 de julho de 2012

Artigo do Reitor


Educação Infantil II

Adelcio Machado dos Santos *

A partir da Constituição Federal de 1988, a educação infantil passou a ser definida como um direito da criança, um dever do Estado e uma opção da família.
Como dispõe o art. 208, o dever do Estado será efetivado mediante a garantia de atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade (inciso IV).